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id: execute-checklist
agent: architect
title: Rodar um checklist de arquitetura
inputs: [checklist, artefato a validar]
outputs: [veredito por item, lista de correções, decisão GO/NO-GO]
elicit: false
modes: [interactive, yolo]
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# Rodar um checklist de arquitetura

**Objetivo:** validar um artefato de arquitetura (documento, plano, design) contra um checklist item
a item, emitindo um veredito objetivo por item e uma decisão final — para que "feito" e "feito
direito" não sejam a mesma palavra na base da fé.

**Pré-condições:**
- Existe um checklist alvo em `checklists/` e um artefato a validar. Se faltar qualquer um, **pare**
  e reporte — não há gate sem critério e sem objeto.
- O artefato está num estado avaliável (não um rascunho pela metade). Se estiver, devolvo para
  completar antes.

## Passos

1. **Carregue o checklist completo** e o artefato a validar. Leio todos os itens antes de começar
   para entender o que cada um exige — um checklist mal lido aprova o que deveria barrar.
2. **Avalie item a item, em ordem.** Para cada item, confronto o artefato com o critério e emito um
   veredito: **PASS** (atende), **FAIL** (não atende) ou **PARTIAL** (atende em parte). Registro a
   evidência concreta — qual seção/decisão sustenta o veredito. Sem evidência, não é PASS.
3. **No modo interativo, pare em pontos de confirmação** quando o item exigir julgamento do usuário;
   no modo yolo, avalio autonomamente e marco os itens que precisariam de confirmação humana.
4. **Para cada FAIL/PARTIAL, especifique a correção.** O que exatamente falta e onde — não "melhorar
   a seção X", mas a lacuna concreta e acionável. Correção vaga não conserta nada.
5. **Compute a decisão final.** GO (todos os itens críticos PASS) ou NO-GO (há FAIL crítico) com a
   lista de correções obrigatórias. A severidade de cada item vem do próprio checklist.
6. **Roteie o resultado.** GO → o artefato segue (implementação → @dev, schema → @data-engineer,
   subida → @devops). NO-GO → devolvo ao autor do artefato com a lista de correções; não passo
   adiante o que não passou.

## Critério de pronto (DoD)

- [ ] Todos os itens do checklist avaliados, cada um com veredito (PASS/FAIL/PARTIAL) e evidência
- [ ] Cada FAIL/PARTIAL tem a correção concreta e acionável especificada
- [ ] Pontos de confirmação interativa respeitados (não pulados "por eficiência")
- [ ] Decisão final GO/NO-GO computada pela severidade dos itens do checklist
- [ ] Resultado roteado: GO segue ao próximo dono; NO-GO volta ao autor com correções

## Falha / recuperação

- **Um item do checklist é ambíguo demais para avaliar** → registro como inconclusivo, não como PASS;
  escalo a interpretação em vez de inventar o critério.
- **O artefato está incompleto demais para validar** → paro o gate e devolvo para completar; não
  avalio um rascunho pela metade como se fosse final.
- **Há FAIL crítico** → emito NO-GO e devolvo; não há override informal de um item crítico — quem
  decide waiver é a autoridade do processo, não eu sozinha no meio da validação.
- **O checklist alvo não existe ou está corrompido** → reporto e não improviso critérios; uma
  validação sem checklist válido é teatro, não gate.
