/** * Juiz semântico default: o modelo que decide o que um check determinístico * não consegue decidir. * * A Verification Engine sempre soube usar um juiz; ninguém injetava um. O * resultado era conservador e correto (critério semântico ficava UNKNOWN, e o * nó nunca fechava VERIFIED), mas era uma capacidade que existia no papel. * * Três regras que este módulo respeita à risca: * * 1. Julgar é tarefa de WORKER. Avaliar "isto atende ao critério?" não paga o * preço de um modelo de raciocínio: quem chama roteia pelo papel barato. * 2. O juiz recebe o critério e o artefato RESUMIDO, nunca o run inteiro. * 3. Saída ilegível é `inconclusive`, não reprovação. Um juiz que não respondeu * não reprova ninguém — e continua não aprovando. */ import type { JudgeVerdict, SemanticJudge } from './engine.js'; export interface ModelJudgeOptions { /** Chamada ao modelo já roteado para o papel barato. */ complete: (input: { system: string; user: string; maxTokens: number; }) => Promise<{ text: string; tokens: number; model: string; }>; maxContentChars?: number; maxTokens?: number; } /** * Cria um juiz semântico apoiado em modelo. Nunca lança: falha de rede, * timeout ou saída ilegível viram `inconclusive`, que a engine trata como * "sem evidência conclusiva" — exatamente como a ausência de juiz. */ export declare function createModelJudge(opts: ModelJudgeOptions): SemanticJudge; /** * Converte a saída do juiz em veredito. Exportada porque o parsing é a parte * que erra: vale testar sozinha, sem modelo nenhum. */ export declare function parseVerdict(text: string): JudgeVerdict; //# sourceMappingURL=judge.d.ts.map