# 🔥 VIBE CODE WORKFLOWS PACK 

## 1) WORKFLOW: DISCOVERY

### Objetivo

Compreender profundamente o problema, o domínio, requisitos, restrições e oportunidades de inovação.

### Entradas

* Documento de requisitos (funcionais e não funcionais)
* Regras de negócio e compliance (LGPD)
* Limitações técnicas ou de infraestrutura

### Saídas

* Mapa do domínio e fluxos críticos
* Lista de entidades e relacionamentos iniciais
* Riscos e dependências identificados
* Decisões arquiteturais preliminares

### Etapas

1. Entender objetivos de negócio e KPIs.
2. Extrair entidades, eventos, fluxos e integrações.
3. Mapear riscos, gargalos e dependências externas.
4. Definir escopo inicial e módulos principais.
5. Documentar decisões, dúvidas e hipóteses para validação.

### Critérios de Conclusão

* Domínio compreendido
* Entidades e fluxos críticos mapeados
* Riscos documentados
* Escopo inicial validado

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## 2) WORKFLOW: ARCHITECTURE DESIGN

### Objetivo

Criar arquitetura limpa, modular, escalável e alinhada a padrões de design e boas práticas.

### Entradas

* Resultados do Discovery
* Requisitos funcionais e não funcionais
* Restrições técnicas e regulatórias

### Saídas

* Estrutura de diretórios modular
* Camadas definidas: Domain, Application, Infrastructure, Interface
* Contratos, interfaces e padrões de projeto escolhidos
* Justificativas arquiteturais documentadas

### Etapas

1. Definir Bounded Contexts, Domínio e Subdomínios.
2. Separar camadas e responsabilidades.
3. Escolher padrões: Service, Repository, Action, DTO, Router, Controller.
4. Mapear dependências entre camadas.
5. Validar coerência arquitetural e escalabilidade futura.

### Critérios de Conclusão

* Camadas e responsabilidades definidas
* Dependências controladas
* Arquitetura pronta para implementação

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## 3) WORKFLOW: DATABASE MODELING

### Objetivo

Garantir banco de dados íntegro, normalizado, performático e seguro.

### Entradas

* Entidades e fluxos do domínio
* Regras de negócio
* Requisitos de auditoria e compliance

### Saídas

* Schema SQL completo com PK, FK, índices
* Views, procedures, triggers, functions
* Estratégia de consultas e performance

### Etapas

1. Modelar tabelas, relacionamentos e cardinalidades.
2. Aplicar normalização até 3FN (ou mais se necessário).
3. Criar índices para otimização de queries críticas.
4. Planejar views e stored procedures para regras de negócio.
5. Validar integridade referencial e performance de queries.

### Critérios de Conclusão

* Schema coerente e normalizado
* Integridade referencial garantida
* Consultas críticas otimizadas

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## 4) WORKFLOW: BACKEND IMPLEMENTATION

### Objetivo

Implementar API RESTful PHP 8 MVC puro, seguindo PSRs, SOLID e Clean Code.

### Entradas

* Arquitetura aprovada
* Schema SQL final
* Regras de negócio e endpoints planejados

### Saídas

* Controllers, Services, Repositories, Actions, DTOs, Entities
* Router e injeção de dependência configurados
* Persistência via DAO abstraída

### Etapas

1. Criar Entities e DTOs com métodos mágicos e traits.
2. Implementar Repositories com PDO e prepared statements.
3. Criar Services e Actions isolando lógica de negócio.
4. Implementar Controllers finos e Router REST.
5. Testar endpoints com dados reais de exemplo.

### Critérios de Conclusão

* Fluxo HTTP funcional
* Código modular e testável
* Regras de negócio isoladas
* PSRs e SOLID aplicados

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## 5) WORKFLOW: SECURITY HARDENING

### Objetivo

Proteger aplicação, dados e endpoints contra ataques e falhas comuns.

### Entradas

* Código funcional
* Endpoints e fluxos críticos
* Regras de autenticação/autorização

### Saídas

* Vulnerabilidades mitigadas
* Headers de segurança e proteção HTTP configurados
* Logs de tentativas de ataque ativos

### Etapas

1. Revisar entrada, saída e persistência de dados.
2. Validar e sanitizar todos os inputs.
3. Garantir prepared statements em todas queries.
4. Implementar autenticação, autorização e rate limiting.
5. Configurar .htaccess e proteção de diretórios sensíveis.

### Critérios de Conclusão

* Riscos mitigados
* Endpoints seguros
* Aplicação resistente a ataques comuns

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## 6) WORKFLOW: PERFORMANCE OPTIMIZATION

### Objetivo

Maximizar velocidade, reduzir consumo de recursos e evitar gargalos.

### Entradas

* Código funcional e endpoints
* Queries SQL e índices
* Carga esperada

### Saídas

* Consultas otimizadas
* Código leve e rápido
* Estratégias de cache, paginação e lazy loading

### Etapas

1. Identificar N+1, overfetching e scans desnecessários.
2. Revisar queries e planos de execução.
3. Reduzir payloads e processamento desnecessário.
4. Aplicar paginação, cache e compressão de respostas.
5. Monitorar métricas de CPU, memória e tempo de resposta.

### Critérios de Conclusão

* Performance aceitável para carga esperada
* Gargalos eliminados ou documentados
* Endpoints escaláveis

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## 7) WORKFLOW: QA VALIDATION

### Objetivo

Validar consistência, robustez e ausência de regressão.

### Entradas

* Código final implementado
* Endpoints e regras de negócio
* Casos de teste planejados

### Saídas

* Plano de testes concluído
* Falhas e bugs documentados
* Cenários positivos e negativos validados

### Etapas

1. Validar fluxos críticos e casos de uso.
2. Testar inputs válidos e inválidos.
3. Verificar status HTTP, estrutura JSON e responsividade.
4. Confirmar regressão de funcionalidades existentes.
5. Validar UX, SEO, dark mode e tooltips.

### Critérios de Conclusão

* Cobertura de testes satisfatória
* Comportamento consistente
* Sistema pronto para produção

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## 8) WORKFLOW: RELEASE PREPARATION

### Objetivo

Garantir que o sistema esteja seguro, estável e pronto para deploy.

### Entradas

* Código testado
* Hardening e performance aplicados
* Logs e monitoramento configurados

### Saídas

* Checklist de release completo
* Riscos conhecidos documentados
* Aprovação formal para deploy

### Etapas

1. Revisar arquitetura final e dependências.
2. Confirmar segurança, performance e logs.
3. Validar testes finais e regressão.
4. Conferir variáveis de ambiente, .htaccess e URLs amigáveis.
5. Planejar rollback e estratégias de monitoramento pós-deploy.

### Critérios de Conclusão

* Sistema consistente e seguro
* Deploy autorizado
* Rollback possível em caso de falha

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## 9) ORCHESTRAÇÃO FINAL

* Ordem recomendada: **Discovery → Architecture → DB → Backend → Security → Performance → QA → Release**
* Regras: não implementar antes de arquitetar; não otimizar antes de código funcional; não publicar sem segurança e QA.
