import { default as React } from 'react'; export interface ArchbaseSecurityInspectorProps { /** * Se o inspetor pode ser aberto. * *

Ausente significa "apenas para administradores", que é o padrão deliberado: o inspetor * existe para descobrir o nome da capacidade que se vai conceder, e quem concede é quem * administra. Passar `true` o libera para qualquer usuário — útil em desenvolvimento, e uma * decisão consciente em produção, já que ele revela a malha de capacidades da aplicação. */ enabled?: boolean; /** * O atalho que abre e fecha. Padrão: `Ctrl+Alt+A`. * *

`Ctrl+Alt` em vez de `Ctrl+Shift` porque a segunda combinação é reivindicada pelos * navegadores em quase toda letra útil. */ atalho?: { ctrl?: boolean; alt?: boolean; shift?: boolean; tecla: string; }; /** Começa aberto. Útil para quem prefere um botão próprio em vez do atalho. */ defaultOpened?: boolean; } /** * O inspetor de capacidades. * *

Monte uma vez, dentro do {@link ArchbaseSecurityProvider} e acima das telas: * * ```tsx * * * * * ``` * *

Ele responde a duas perguntas que a tela de permissões não responde: qual é o nome técnico * da ação que eu preciso conceder, e quais capacidades esta tela declara. Sem ele, o * caminho é ler o código. * *

Não participa de autorização. Só lê o que os managers já sabem. Remover o componente não * muda o acesso de ninguém. */ export declare const ArchbaseSecurityInspector: React.FC;